Ter um animal de estimação exige algumas
responsabilidades. Além de abrigo, água e
comida, os animais têm outras necessidades como
higiene, vacinação, consultas veterinárias,
carinho, companhia... Uma grande quantidade de cãs e
gatos abandonados pelas ruas, doentes, com fome e sede
(e até gressivos) é o resultado da irresponsabilidade
daqueles que se consideravam seus donos.
São requisitos básicos para adquirir ou adotar
um animal:
- Gostar realmente de animais e ter a concordância das
outras pessoas da família;
- Não ser alérgico a pêlos;
- Ter situação financeira que permita alimentá-lo
adequadamente, levá-lo com regularidade ao veterinário
e proporcionar cuidados relativos à higiene;
- Ter em casa espaço apropriado para mantê-lo,
com telas nas janelas;
- Dispor de tempo para lhe dar afeto;
- Ter alguém ou algum lugar para deixá-lo quando
você viajar e não puder levá-lo;
- Lembrar também que o tempo de vida médio de
um gato é de 12 anos e portanto você deve assumir
o compromisso por todo esse tempo;
- Compreender que um animal não é um objeto de
consumo, portanto não deve ser dado de presente;
- Ter consciência de que não poderá ser
abandonado, principalmente porque ficou grande demais, velho
ou doente.
Se depois de tudo isso você ainda estiver interessado
em adotar um gatinho, parabéns! Você e sua família
serão muito felizes e seu novo amigo também.
É uma troca de carinhos e amizade que só quem já
experimentou é capaz de descrever.
Caso tenha desistido e chegado à conclusão de que,
pelo menos por enquanto, você não está preparado
para assumir essa responsabilidade, está demonstrando ter
bom senso e respeito pelos animais.
Depois de adotar, será seu dever:
- Manter o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua.
Para gatos que vivem em apartamento, é necessário
telar janelas para evitar quedas fatais;
- Cuidar da saúde física do animal. Fornecer abrigo,
alimento balanceado (de preferência ração),
medicamentos e vacinas.
- Levar o animal regularmente ao veterinário. Banhá-lo,
caso tenha pêlos compridos, e escová-lo.
- Zelar pela saúde psicológica do animal.
Dar-lhe atenção, carinho, estímulos e
ambiente adequado.
- Colocar uma plaqueta com seu nome e telefone na coleira
do animal, quando morar em casa. Pesquisar a legislação
de sua cidade e, se necessário, registrá-lo no Centro de
Controle de Zoonoses (CCZ).
- Nossos gatinhos s&aatilde;o doados previamente esterilizados.
Porém, na eventualidade de não o ser, esse procedimento
é imprescindível, tanto para o controle populacional dos
animais, como para evitar os problemas decorrentes do cio da fêmea
(miados freqüentes e eventuais fugas).
- Jamais abandonar um animal. Ele sofrerá todos os tipos
de maus-tratos na rua, como espancamento, mutilações,
envenenamento, queimaduras, etc.. Ele sentirá frio, fome, sede.
Ele poderá ser atropelado, ficar ferido, doente, sentir dor, medo,
tristeza...
- Educar as crianças para respeitar o animal, não batendo,
chutando, torcendo, puxando ou ainda, jogando-o de escadas e janelas.
Lembrar-se sempre que os animais só costumam agredir se forem
agredidos.